Dicas de como comprar bem o seu imóvel

Publicado em: 03/01/2010

Depois de analisar bem sua situação e concluir que este é o momento de comprar sua casa ou apartamento, é hora de observar alguns aspectos fundamentais para que possa fechar um bom negócio.

Escolha do local

Este é o ponto de partida para a procura de um imóvel. A região escolhida deve atender às suas necessidades e, eventualmente, às da sua família. Analise com cuidado o acesso ao trabalho e a oferta de comércio e serviços nas proximidades.

Imóvel na planta ou usado?

Para tomar tal decisão, você deve observar muito bem os prós e contras. Procure sempre empresas com tradição no mercado, negócios bastante consolidados e livres de reclamações no Procon, sobretudo se você escolher a compra de imóvel na planta.

Analise muito bem o projeto e tudo o que for estabelecido. Procure ser bastante criterioso e controle sua ansiedade. Afinal, você está adquirindo algo que ainda não existe na prática. Por mais que você visite o apartamento decorado e veja fotos e maquetes do projeto, não há garantia de que tudo ficará exatamente da forma como você idealizou.

No caso de imóveis usados, você ganhará muito na questão espaço (áreas úteis geralmente maiores), mas deverá considerar a necessidade de manutenção, que precisa ser contabilizada para o controle de custos extras.

Outras opções de compra

Você pode também optar por um financiamento ou o Sistema de Consórcio de Imóveis, pois com as novas regras do FGTS, ficou ainda mais fácil comprar um imóvel.

 

Outros gastos

Não se esqueça que os gastos com o imóvel não acabam na compra. Além das taxas e impostos associados com o processo de aquisição do imóvel, é preciso levar em consideração os gastos mensais com manutenção, seguro, IPTU, condomínio etc.

Coloque na ponta do lápis todas as despesas. Caso mais do que a metade do seu orçamento esteja comprometida com prestações de financiamentos, reveja suas prioridades. O mesmo vale para os gastos totais com o imóvel - que incluem a prestação, e os demais gastos - e que não devem superar 35-40% do seu orçamento mensal.



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